
Hiperautomação, Zero Trust, Supercomputação… se você ainda não está familiarizado com esses termos, recomendamos que leia este artigo até o fim! Isso porque essas são algumas das tendências de TI para 2026 e que têm tudo para impactar o seu planejamento para o próximo ano.
Veja quais tendências de TI para 2026 que você vai encontrar neste material:
1. Hiperautomação
2. Fortalecimento da política de Confiança Zero
3. Infraestrutura e supercomputação
4. Gestão de software e ativos
Para entender a hiperautomação, é necessário ter em mente que ela não é uma tecnologia única. É, na verdade, uma série de ferramentas que englobam inteligência artificial, machine learning e automação robótica de processos, dentre outras. Quando utilizadas em conjunto, criam um sistema de automação contínuo, que maximiza a eficiência e embasa o processo decisório.
Embora essa seja uma das mais fortes tendências de TI para 2026, muitos já começaram a se adequar há um tempo. Tanto que a Gartner estima que, até este ano, 30% das empresas terão automatizado mais da metade de suas atividades de rede. Basicamente, todas as empresas, independentemente do segmento, podem passar pela hiperautomação. Ainda que os exemplos mais comuns venham da indústria, setores como financeiro, varejo, logística e saúde também estão na vanguarda dos processos hiperautomatizados.
Para ilustrar o que muda com tanta tecnologia à disposição, podemos nos valer do exemplo da gigante dinamarquesa de logística, Maersk. Após implementar a hiperautomação nas operações e cadeia de suprimentos, a empresa conseguiu processar mais de 17.000 transações no primeiro ano com o auxílio de IA e machine learning. A Heineken, por sua vez, passou a utilizar uma plataforma para gerir o uso de automação em escala. Assim, criou um portal de autoatendimento para desenvolvedores aprimorarem suas soluções.
As vantagens, claro, são muitas: escalabilidade, produtividade, redução de erros e assertividade nas decisões figuram entre as principais. Mas vale destacar que antes de investir em hiperautomação, é essencial realizar um diagnóstico da situação atual. Ter um inventário de TI robusto permitirá definir prioridades e compreender as oportunidades de melhoria.
Pode parecer extremo, mas em um cenário no qual o custo médio de uma violação de dados no Brasil é de R$ 7,19 milhões, adotar uma política Zero Trust (ou, em português, Confiança Zero) é mais que uma tendência: deve ser encarada enquanto uma prioridade. Hoje, a segurança não pode mais ser baseada no perímetro, visto que os modelos de trabalho são híbridos, descentralizados e operam em nuvem. Logo, se antes a filosofia era “confiar, mas verificar”, a postura deve ser “nunca confiar, sempre verificar”.
O analista da Forrester Research, John Kindervag, propôs a abordagem Zero Trust em 2010. Segundo ele, deve-se sempre presumir que nenhum usuário ou dispositivo é confiável. E não importa quantas vezes aquele usuário acessou a rede. A TI deve trabalhar de modo a não confiar na identidade e verificá-la todas as vezes. A arquitetura Zero Trust também prega a política de acesso mínimo. Assim, a empresa concede aos colaboradores acesso apenas ao que é imprescindível para o trabalho.
Os supercomputadores têm memória RAM e sistemas de armazenamento extremamente rápidos e eficientes a fim de lidar com o volume massivo de dados. A Gartner, inclusive, elegeu as plataformas de supercomputação de IA, dedicadas a treinar e executar modelos avançados de IA, como uma das 10 maiores tendências de TI para 2026.
De acordo com a consultoria, essa é uma tendência que se fortalece à medida que as empresas desenvolvem modelos maiores e mais complexos, que excedem a capacidade da infraestrutura convencional. Contudo, é importante ressaltar que isso exige uma infraestrutura robusta. O que leva à recomendação de ter ao lado parceiros de TI como parte da estratégia de implementação.
Todavia, para se preparar, é preciso dar alguns passos. Eles incluem adequações na infraestrutura e garantia da resiliência, visto que os modelos de IA passam a ser ativos críticos. Igualmente, a empresa necessita garantir a gestão e o armazenamento de grandes volumes de dados.
Sem ter um fluxo claro no controle dos ativos e softwares da sua empresa, de nada adianta aderir a alguma dessas tendências de TI para 2026. Caso contrário, investir em novas tecnologias pode ser, até mesmo, um desperdício de recursos. Por isso, a automação da gestão de TI deve estar à frente de qualquer transformação pela qual sua empresa se proponha a passar.
Com um software especializado, é liberado acesso a diversas funcionalidades, como controle automatizado dos ativos e um inventário de todos eles. Assim, a equipe de TI pode listar e controlar tudo o que a empresa possui, desde hardware e software até contratos e equipamentos.
E isso tem um impacto claro nos custos de operação, pois evita gastos desnecessários com aquisições redundantes. O controle das validades de licenças e contratos, inclusive, ajuda nessa redução de custos por dar informações para que a equipe se antecipe às datas de vencimento.
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1. O que é esperado das tendências de TI para 2026?
Além das tecnologias em si, espera-se mais destaque para as esferas de gestão e segurança. O ano será marcado por movimentos tecnológicos e estratégicos que devem ganhar relevância nos próximos anos, impactando diretamente a forma como as empresas gerenciam infraestrutura, segurança, dados e processos.
2. Quais os destaques das tendências de TI para o próximo ano?
Hiperautomação, modelos de IA mais eficientes com o uso da supercomputação, fortalecimento de políticas de segurança como Confiança Zero e automação por meio de softwares de gestão são as principais tendências.
3. Como a automação da gestão de TI ajuda a reduzir custos?
Ela permite controlar ativos, contratos e licenças de forma centralizada, antecipar vencimentos e eliminar gastos desnecessários, contribuindo para uma operação mais eficiente e econômica.
4. Como preparar a equipe de TI para aproveitar essas tendências?
É fundamental contar com diagnóstico adequado, inventário atualizado, processos bem definidos e, quando necessário, apoio de parceiros especializados para implementar as soluções mais adequadas à realidade da empresa.
Por
Daniel Curi
Especialista em gestão de Telecom e TI com mais de 10 anos de experiência no setor. Tenho liderado inúmeros projetos voltados a automações nessa área, otimizando processos, trazendo eficiência operacional e ganho de tempo, permitindo que as equipes se concentrem nas atividades estratégicas da organização.